Não podemos prever o futuro, mas podemos criá-lo
O futuro é provavelmente aquilo que mais apavora a maioria das pessoas. A incerteza de um futuro brilhante.
Não
saber se, quando crescer, você vai conseguir realizar todos os seus sonhos. E
saber que você precisa correr atrás daquilo você mesma.
Estudar,
passar para a faculdade, participar de projetos externos, estudar mais.
Sem
saber quando você vai dar um passo em falso. Quando você deve tomar uma
atitude, ou quando saber deixar as oportunidades passando para conseguir alguma
melhor.
Saber
que o meu próprio futuro depende apenas de mim me apavora mais do que deveria.
Mas, por ironia da vida, no fundo, também é um alívio.
Crescer
e perceber que o nosso futuro não está moldado e não existe nenhum destino para
nos dizer o que devemos fazer, mas que a gente tem que se esforçar para
conseguir o que a gente quer, é, provavelmente, uma das maiores frustrações de
uma criança.
A
criança dentro de mim gosta de acreditar que talvez exista sim um destino
pré-determinado para cada um de nós. Mas a incerteza de que ele existe é a
prova mais concreta do que é a vida: uma montanha russa de emoções e de
acontecimentos. E para ela a gente se prepara. E, aos poucos, cria o nosso
próprio futuro – aquele que queremos viver.
Ellis Bell
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